terça-feira, 13 de julho de 2010

Venda: Não Importa a Dor... Os Anjos Também Choram Quando se Fala de Amor

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domingo, 11 de julho de 2010

De Alison Santini- Belo Feio Feio Belo

Belo feio
Feio belo

Há a beleza divina
Dos olhos meigos
Nas águas cristalinas.
Há o belo no feio
O feio no belo,
O feio que um dia foi belo
No belo que um dia foi feio.
Tudo se equilibra
Tudo é meio termo.
Há a juventude no velho
O velho na juventude
A tolice no sábio
O sábio na tolice
Yin-yang na vida
Yang-yin na morte.
Há a beleza na dor
Há a feiúra no sorriso
A verdade na mentira
A mentira na verdade.
Não existe certo ou errado.
Erramos achando ser certos
Acertamos achando ser errado
Dialético ou não
Nenhuma paixão ou amor
É em vão.
A feiúra se esconde
No coração que é podre
A beleza se esconde
No coração que dá frutos.
O corpo envelhece
A alma e o coração não,
Quando o ser é puro amor.

domingo, 4 de julho de 2010

Prosa Poética de Alison Santini-O Osso do Perdão

Jacareí, 20 de abril de 2009


O Osso do Perdão

Estou longe do perdão. Estou longe de uma segunda chance. Estou longe de mim. De nós dois como começamos. De nós dois quando acabou. A arte do riso nos pegou. E eu pequei.
Pequei quando olhei nos seus olhos e me perdi. Quando sorrateiro e indiscreto caminhava meu olhar no seu corpo desejoso. Quanta ternura rígida e fresca no seu corpo magro. Era Quando subia os olhos desde os pés até o púbis, onde parava e me deixava ficar.
Foi inocentemente que viramos amigos. E amigos nós partilhamos segredos cândidos e extrovertidos. Foi quando brigamos a toa, como o vaga-lume voa. Foi quando partilhamos olhares em silêncio sem nenhum significado para você. Assim como o dia nasce, em silêncio, sem anunciar, como se os pássaros não cantassem, não anunciassem o amanhecer. Sem perceber, foi assim que nos apaixonamos.
Assim pensando em você e em como seria se eu tocasse seus lábios como o beija-flor. Em como seria se nós ficássemos num jardim esquecidos e sozinhos, o jardim, você e eu. Em como seria se eu te contasse o meu segredo, e se eu perdesse a sua amizade? Mas eu só pensava em você. Assim eu errei.
Não poderia ser diferente, pois nem mesmo somos diferentes. Já devia ter entendido que não eu não deveria ter dito tudo, tudo o que você não entenderia. E agora como se fosse o ultimo jantar real posto a sua mesa, eu o traidor, envenenaria o intocável. Pude perceber em seus olhos, a dor do enigma da esfinge decifrada. Como se eu tivesse atingido bem fundo, bem no osso. Se você não tivesse alma. Seria o osso a vitima?
Não era tão suntuoso ou ostentoso, talvez apenas um ósculo sem culpa. Um presente divino ou apenas um abraço de consolação...
Isso não é tudo. Tudo é o que acontece neste instante em que você dorme ou dormita. Apenas você ali, e a lua lá de cima como testemunha, enquanto outros dormiam. Como se ante a mim, de tanto ansiar um ensejo, bebesse a água de uma fonte sagrada, eu pequei de novo. Beijei-te sem tempo de se arrepender. Imaginando em como pode se passar tanta coisa em um instante na mente...
Diante dos seus olhos, na sua presença, busquei na mente, pois existe um infinito aqui, procuro um motivo do seu perdão. Sabe que nada dura para sempre, nem mesmo o ódio.  Nem mesmo a vida, nem um beijo. O desejo da carne não dura para sempre. Apenas ávida a essência do carinho, a ternura da pele, o sentido dos olhos, dura para sempre, e sempre na alma existirá o sentido do perdão. Sempre na carne viva a cicatriz, encontrará o osso do perdão, por um triz.

Metáfora de Autor desconhecido- O Furo no Barco

http://somostodosum.ig.com.br/cartao/img/c4r20060m2458.jpg 
Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer. Enquanto pintava, viu que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um vazamento e decidiu consertá-lo. Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.

No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:

O senhor já me pagou pela pintura do barco! – disse ele.

- Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco.

- Ah!,  mas foi um serviço tão pequeno... Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!

- Meu caro amigo, você não compreende. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado! Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida dos meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar sua “pequena” boa ação.

...
Não importa para quem, quando ou de que maneira: mas, ajude, ampare, enxugue as lágrimas, escute com atenção e carinho, e conserte todos os “vazamentos que perceber, pois nunca sabemos quando estão precisando de nós ou quando Deus nos reserva a agradável surpresa de ser útil e importante para alguém.

Poesia de Alan de Carvalho-Veraz e Eterno

A magnitude de todo céu acabou em mim
E o que falta da lua eu tranquei no meu coração
Para que ao menos um pedaço dela possa sentir
Esta felicidade que irradia do meu corpo

Compus nos versos meus a mais divina paixão
Que é combustível do nosso profano amor
Por que a contradição nos faz o maior sentido
A dor é sinônimo de prazer e nossa lágrima é feliz

Por que nos entregamos voluntariamente
A intensidade deste sentimento involuntário
Quando sua falta aperta meu espírito carente
Eu procuro os resquícios da sua pessoa
Nas memórias, fotografias e marcas em meu corpo
Encontro as provas de que todo este sonho aconteceu

É incrível saber que jamais irei acordar
Por que sei que em momento algum estava dormindo
E das poesias passadas, eu apenas sinto pena
Por que para elas, faltou a maior inspiração
Choram por que nelas, não há um décimo do amor
Que move meus dedos a escrever esta declaração

E por meio desta, declaro o meu mais intenso amor
A realidade, paixão, amor e devoção em palavras
Que a minha boca não cansa nunca de repetir
Para que todos saibam, e reconheçam que é verdadeiro

Dos céus até o mar, e diante de toda a terra
Desde aquela primavera, em cada estação
Até o fim dos tempos... Eu Prometo te amar,
Mais do que a tudo, mais do que a todos

Deixo para ti meus votos
Cumpro por ti meus votos
E isto, é Veraz e é Eterno
E pertence só a você.
 
Alan de carvalho:
[Foto-0177+cccopy.png] 
http://alumiina.blogspot.com/
 

Pequeno Conto de Matt Gonçalves- O Coelho Sad

O coelho Sad

Havia um coelho muito mal e seu coração era feito de algodão doce apodrecido e tinha um gosto amargo, amargo e salgado, mas adocicado e por isso ninguém chegava perto dele, pois ele era estranho e amargo. Nem mesmo os outros coelhos gostavam dele e por isso que ele era mal, e toda noite escuro ele sentava-se debaixo da cerejeira sob a luz do luar e murmurava: “Oh Deus, por que sou amargo, diferente dos outros?" e chorava lágrimas de açúcar que derretiam e banhavam seu coração de algodão-doce de um amargo adocicado, e na solitária escuridão nem mesmo ele percebia que também era doce.
MATT

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