terça-feira, 16 de março de 2010

De Alison Santini - Não há Destino;

Esta foi a primeira das minhas poesias a ser publicada em um jornal...
O jornal cultural "O Grito" a publicou, em 5 de fevereiro de 2007, sendo um marco para mim...

Não há Destino

As pessoas crêem em um destino
Um destino escrito
Não há destino escrito
Mas sim percorrido.
A cena do mundo muda
Mas a vida não!
E os mesmos erros são cometidos
Há um destino percorrido pela vida
Onde somos a água de um rio a fluir
E fluímos para o mesmo mar!
A vida age, o corpo e a alma reagem.
Para cumprir seu ciclo!
Nada escrito, nada repetido.
Mas sim o obscuro e o oculto,
Faz o não vivido,
Uma base a se especular!
Onde a incerteza da vida após a morte
Deixa-nos por conta,
A tirar conclusões próprias.
Se você quer mudar o mundo
Mude a si mesmo primeiro
Mate a fome que te mata
Seja a cura daquilo que lhe corrói
E pense:
“Eu posso mudar o mundo,
Com a ajuda do mundo!
A vida não é um enigma,
Eu sou o enigma da vida”.
Alison Santini

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